Há uns quinze anos Hélio Leites me deu um botão que é rosto de um palhaço desenhado. Foi quando comecei a pesquisar a família Queirolo, o que resultou no livro “O Circo e a Cidade“. Ainda tenho o botão guardado. Como é um adesivinho, está guardado na minha carteira. Quando eu te encontrar na rua posso mostrar. Por enquanto, fique com a crônica sobre o Significador de Insignificâncias, como diria o Paulo Leminiski.
Estou em férias e por isso as crônicas que veiculo aos sábado no RIC Notícias estão um pouco distante do noticiário factual. Nem bom, nem ruim… Apenas a condição de sair para o merecido descanso deixando quatro crônicas escritas e editadas.
Abaixo segue um texto que mexe muito comigo. Há alguns meses conheci o acervo de imagens captado durante anos pelo senhor Capistrano Jorge Cunha. Ele é pai da Cristina Patto. Não conheço pessoalmente nenhum dos dois. A Cristina é amiga da Letícia Leite, que é minha competente produtora lá na TV. Soube do talento de cinegrafista do pai da Cris através dos meus papos com a Lê. Pedi para ver e fiquei encantado com a história visual da família. Ganhei então o privilégio de usar tais imagens nas minhas crônicas. E tem mais por aqui, logo “publicarei” outras impressões sobre o rico material… A crônica que posto abaixo fala sobre as crianças que brincavam na piscina da família e saíram para ganhar o mundo. Não se trata de uma biografia da família do Sr. Capistrano, mas bem que poderia ser a história dos filhos e sobrinhos dele, dos meus, dos seus…